LANGERTON NEVES DA CUNHA (08/01/1929 – 04/04/2003)

Nasceu no dia 8 de Janeiro de 1.929, na cidade de Jubaí, localizada no Triangulo mineiro, Estado de Minas Gerais. Filho de Paulino Domingos da Cunha e Neves Maria dos Santos. Casado com a Sra. Ana Santos da Cunha, que lhe agraciou o lar com duas filhas: Paula Menezes Santos da Cunha Campos e Emilia Andréia Santos da Cunha Gomide. Vários filhos adotivos completam a família.

Langerton nasceu médium. Aos sete anos, teve manifestas as faculdades mediúnicas de tal modo, que aos oito anos começou os deveres espirituais dentro da Doutrina Espírita. Com dezoito anos, tomou-se médium curador e, assim, foi desenvolvendo outras, até que, a partir de 1.959 sob a orientação de Eurípedes Barsanulfo, tomou-se médium espírita receitista fitoterapeuta, isto é, mediante a prescrição de princípios ativos de plantas medicinais, continuou esse importante trabalho, prestando e fornecendo exclusivamente de graça. Cultivava ele uma horta herbática de plantas medicinais na Vila “Cantinho Espírita” em Peirópolis, distrito de Uberaba – MG, onde residiu e trabalhou.

Mantinha correspondência em muitas partes do Brasil e de diversos outros países.

A perseverança de Langerton era admirável: com chuva ou sol, Alegre ou triste, sadio ou doente, com problemas ou não, ele cumpria à risca o seu intenso calendário de atividades. Viajava para atender e atendia em Peirópolis. Os muitos Janeiros não o curvavam, pois, sempre com a coluna ereta, caminhava sem esmorecer, falava pouco e fazia muito…

Fundou e dirigiu o CENTRO ESPÍRITA EURIPEDES BARSANULFO, com sua sede na Vila “Cantinho Espírita” em Peirópolis. Ali, realizava os trabalhos espirituais, à noite. Os trabalhos de cura, passe e as atividades mediúnicas de psicografia e leituras evangélicas.

Depois de encerrados os trabalhos, todos eram convidados por ele a tomar o famoso chazinho de alfavaca…

A Vila Cantinho Espírita tinha em sua estrutura, o Albergue Noturno, Internato Dr. Adolfo Bezerra de Menezes, Casa da sopa Paulino Domingos da Cunha e o Museu Paleontólogo na Praça Florêncio e Agostinho, o Lar dos Apóstolos, na Av. Doze Apóstolos, a Horta Herbática nos fundos do lar, uma dependência para armazenar doações, as casas de suas duas filhas e sua residência ao lado do Centro Espírita.

Alguns casos: certa vez, Chico vendo a dificuldade das pessoas para descer por sobre as raízes das árvores na av. Doze Apóstolos, disse, o compadre precisa fazer uma escada para ficar mais fácil a descida. E foi feito, imagine a coincidência, pronta a escadaria, que tem 57 degraus, somando os números (5+7=12);

Sentado em um tronco fossilizado, de mais de 80 milhões de anos, o Chico disse, compadre, neste exato ponto (topo da escada) da av. Doze Apóstolos tem uma ligação direta com a Colônia Nosso Lar no Plano Espiritual.

O Sr. Langerton era (na vida material) professor, um mestre no trato com as plantas e preparou muitos alunos na fitoterapia. Fundou a “Caravana Arco-Íris” e implantou boticas em todo território brasileiro e em cinco países: Alemanha, Holanda, Portugal, Maputo (na África) e Cuba; todos levando a bandeira do mestre Eurípedes Barsanulfo e muito bem defendida por Langerton. Os alunos do Vô Langerton foram denominados pelo Chico de “Os arqueiros do amor” da Caravana Arco-Íris.

 

Mediunidade de Luz

O Sr. Langerton recebeu em Peirópolis a visita de dois cidadãos europeus e seu intérprete querendo por toda maneira uma fórmula fitoterápica, mas o Vô jamais negociou a Fitoterapia, tinha sempre o lema: a natureza nos agracia com as plantas, os espíritos nos orienta como utilizar, e com a nossa mediunidade, servimos em nosso aprendizado.

Mas devido à insistência dos cidadãos, o Sr. Langerton disse: “Bem, nesse caso, tem que pedir uma autorização para o Dr. Adolfo Bezerra de Menezes e o mestre Eurípedes Barsanulfo”. Os homens entraram depressa no carro e disseram: “dê-nos o endereço, que lá iremos”, “mas é um pouco distante”, disse o Vô, então retrucaram, “mesmo assim queremos”.

Bem, eles estão além Marte, Vênus, Plutão, Saturno… em outra esfera, sorrindo salientou: “terão que viajar na velocidade da luz pelo menos 8 anos terrestres”.

Outra vez, estava o Vô, na Praça Florêncio e Agostinho, em frente ao albergue, debaixo da mangueira ali existente, dando aula de fitoterapia aos seus alunos, todos sentados ao chão, quando 2 cientistas alemães e seu intérprete que pediu para falar com mister Langerton. Ele pediu para aguardar um momento; como a espera se estendeu um pouco, pediram novamente para chamar o mister Langerton. O Vô falou: “uai! tenham calma que vocês estão falando com ele”, (eles imaginaram que fossem encontrar um homem todo alinhado, ostentando a polidez de um acadêmico, mas encontraram um matuto da roça de chinelo nos pés e de um palavreado simples e um conhecimento extraordinário sobre a fitoterapia) foram convidados para aproximarem do grupo. A aula continuou, o intérprete relatava tudo que ouvia aos cientistas e no final, estavam sentados no chão junto com os alunos, e voltaram ao seu país, satisfeitos com o que vieram aprender.

 

Langerton e o Grupo da Prece

Além das atividades na Vila Cantinho Espírita, todos os sábados durante 30 anos ininterruptos, ele estava pronto em seu posto no grupo da prece de Francisco Cândido Xavier em Uberaba – MG, no trabalho que desempenhava com muito amor e dedicação.

Trabalhador incansável na seara de Nosso Senhor Jesus Cristo, exercitando e exemplificando os ensinamentos do mestre, em todos os sentidos.

Às vezes só retornava para Vila Cantinho Espírita às 6h da manhã, felizes pelo dever cumprido.

 

“Acróstico dos Fitoterapeutas”

Formados na academia da Natureza, nos Ideais e objetivos comuns

Trabalhadores incansáveis na Seara Bendita

Ostentando a Bandeira do Amor

Tirando das plantas a seiva que cura

Espalhando a paz com alegria

Retirando dos necessitados a dor

Amenizando os corações cansados

Pelas mãos dadivosas na manipulação

Irradiando luz nas gotas que salva

Amparando sempre no Amor do mestre Jesus

Transcrito do link:

http://www.cairbar.com.br/grupo/pagina-15-langerton.htm

 

Quem foi Langerton?

Langerton Neves da Cunha sempre esteve às voltas com as plantas e a mediunidade. Nascido na cidade de Jubaí, no Triângulo Mineiro, em 1929, foi por lá mesmo que se criou casou, teve dois filhos e adotou mais onze para completar a família.

Suas primeiras manifestações mediúnicas ocorreram aos sete anos.

Aos dezoito era médium curador e, a partir de 1959, sob a orientação de Eurípedes Barsanulfo, tomou-se médium receitista fitoterapeuta.

Com atendimento na casa espírita, sempre vinculado ao Evangelho, Langerton fornecia os medicamentos manipulados com plantas medicinais cultivadas na horta que ele mesmo formara e manipuladas na Farmácia Frederico Peiró, na Vila Cantinho Espírita, em Peirópolis, Uberaba, onde residiu e trabalhou.

Com um conhecimento acentuado sobre plantas, princípios ativos e suas aplicações, era frequentemente procurado e se correspondia com inúmeras pessoas do Brasil e do exterior.

Também viajava constantemente para levar atendimento aos necessitados e multiplicar trabalhadores na fitoterapia vinculada ao tratamento do espírito.

A Vila Cantinho Espírita ainda tinha em sua estrutura o Internato Espírita Nosso lar, Lar dos Apóstolos, Albergue Dr. Adolfo Bezerra de Menezes, Escola de Fitoterapia e o laboratório. Convidado pelo médium Chico Xavier a dar suporte aos trabalhos que realizava aos sábados no Centro Espírita A Prece, em Uberaba, Langerton ali permaneceu durante trinta anos ininterruptos, dedicando-se ao trabalho.

 

Transcrito do link:

http://www.correiofraterno.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=773:quem-foi-langerton&catid=21:biografias&Itemid=2

RECEBA O JORNAL GRÁTIS

Digite seu e-mail para receber as novas publicações do J.E.U. por e-mail.

%d blogueiros gostam disto: