CASO 86 – O PRESTÍGIO DO CHICO

O professor Lauro Pastor e sua digna esposa, D. Dayse, e o Professor Pastorino passaram uns dias em Pedro Leopoldo. Numa tarde, dia de sessão, acompanhados do Chico, dirigiam-se ao “Luiz Gonzaga”.

Na rua principal, esquina do Centro, esbarraram com um rapaz embriagado, O Chico, ao vê-lo:

— Como vai, meu amigo? Fique com Deus!

— Vai também com Deus, Chico, que eu não sei com quem vou…

Terminada a sessão, o Professor Pastor, sua esposa e o Professor Pastorino, agora desacompanhados do Chico, caminhavam para o Hotel, onde se achavam hospedados, quando veem o moço, agora bem pior, xingando a todos os que lhe passavam perto.

Receosos de serem molestados passaram de mansinho, para não serem percebidos. Mas foram por ele vistos e reconhecidos. E, ante a surpresa dos que o rodeavam, do Professor Pastorino e do próprio casal, o moço ébrio fez um grande gesto para abrir caminho e exclamou bem alto:

— Abram alas, companheiros. Deixem estes passar, isto é gente do Chico!

Transcrito do livro “Lindos Casos de Chico Xavier” de Ramiro Gama.

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